Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia fugida da revolução russa, que
chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com
conhecimento de causa e sempre actual:

"QUANDO VOCE PERCEBER QUE, PARA PRODUZIR, PRECISA OBTER AUTORIZAÇÃO DE QUEM NÃO PRODUZ NADA;
QUANDO COMPROVAR QUE O DINHEIRO FLUI PARA QUEM NEGOCEIA NÃO COM BENS, MAS COM FAVORES;
QUANDO PERCEBER QUE MUITOS FICAM RICOS PELO SUBORNO E POR INFLUÊNCIA, MAIS QUE PELO TRABALHO, E QUE AS LEIS NÃO NOS PROTEGEM DELES, MAS, PELO CONTRÁRIO, SÃO ELES QUE ESTÃO PROTEGIDOS DE VOCE;
QUANDO PERCEBER QUE A CORRUPÇÃO É RECOMPENSADA, E A HONESTIDADE SE CONVERTE EM AUTO-SACRIFÍCIO;
ENTÃO PODERÁ AFIRMAR, SEM TEMOR DE ERRAR, QUE A SUA SOCIEDADE ESTÁ CONDENADA”.


tradutor / translation

sexta-feira, 16 de novembro de 2012


Violência, algo inerente à condição humana, expressão de desagrado com caracter agressivo, incomodativo, e até lesivo dos interesses dos outros.
O direito à indignação é reconhecido, ao contrário do direito à violência que é reprovado.
Estará certa esta visão???
Normalmente quando falamos de violência, sempre associamos num primeiro momento à coação física, mas contudo a violência pode ser antes de mais..., psicológica, promotora da agressividade que leva a violência física.
Assim sendo, que temos nós?
Quanto a mim,  a par de uma manifesta não escolaridade que permite comportamentos menos correctos, temos que os povos tendem a ser continuamente agredidos, perseguidos e insultados, não necessariamente fisicamente, por todos aqueles que pela sua literacia chegaram ao poder e assim determinam a (má...) distribuição de riqueza.
Não podemos pedir contenção comportamental, ou postura cívica a quem se sente por uma vida inteira violentado, desconsiderado, e sem qualquer respeito pela sua dignidade.
Que podemos nós esperar de povos, sejam de que latitude for, a quem se nega a igualdade de direitos, ou acessos aos bens que promovem a qualidade de vida?
Se promovemos a carência, se promovemos a não escolaridade, se promovemos a injustiça na distribuição...porque nos surpreende a violência?
Não falo da violência pela violência, do protesto gratuito pela simples descarga de adrenalina que isso permite.
Falo da violência residente em todos nós, uma violência dos vitimados, dos oprimidos, recalcada pela angústia dos despojados de tudo a quem se impõe muitas vezes, a perda  até da sua dignidade.
O direito à indignação é reconhecido pela classe politica, porque existe a consciência nessa classe, das atrozes medidas que infligem aos povos. Porque se surpreendem os políticos, se essa violência se materializa em actos menos cívicos?
Não será humano alguém reagir fisicamente às pressões psicológicas que de forma continuada alguém de muito incompetente lhes infligiu?
Não será humano que alguém reaja à violência psicológica que de forma desumana, e porque não ate autista, a classe politica corrupta inflige aos povos?
Porque nos surpreendemos?  
Não é normal que alguém que é vitima de "assalto", mascarado de necessidade suprema para a salvação da pátria reaja?
Quanto a mim, entendo que quando um estado passa de um estado de direito, a estado de não direito, temos que forçosamente que compreender e tolerar atitudes menos cívicas, pois que quando se "rasgam" contratos sociais para os quais os contribuintes deram seus impostos por décadas, e se alteram normas de caracter sagrado com as quais milhares ou milhões esperavam poder suportar a fase mais critica de suas vidas na velhice, eu entendo, eu compreendo que as pessoas reajam as estas violências com gestos que porventura se tornem agressivos fisicamente falando.
A raiva, a corrupção, a insensibilidade politica, os "tachos", são o caldo que pode derrubar a democracia, sim, porque para milhões a democracia entra primeiro pelo estomago e não pela cabeça.
É deplorável que o mais alto magistrado se pronuncie de imediato para criticar a violência, e não se manifeste, mantendo-se calado como que sumido, quanto mais não seja para explicar,
as medidas de castração económica a que sujeitam um pais, que por incúria, compadrio, e tráfico de influências a classe politica a que ele próprio pertenceu nos arrastou.
A violência tem um inicio..., a incapacidade politica, a sua incompetência, e por isso mesmo porque se surpreendem se o violentado grita? reage? esperneia?
Francamente....

terça-feira, 23 de outubro de 2012

EMMANUELLE...



Faleceu a 18 de Outubro, não mais que uma semana a mulher hoje com 60 anos, a feminina, a senhora que foi dona do prazer recalcado em muitos.
De seu nome Sylvia Krystel, Holandesa de nacionalidade, ela foi a desempoeirada da época.
Linda, esbelta de uma inocência bonita, nunca estúpida, ela foi o símbolo, o desejo que muitos ainda hoje guardam de forma peculiar em seu peito.
Ao tempo, em que muitas mentes perversas ainda eram mais cínicas e hipócritas, Emmanuelle foi o grito, o querer de muitas mentes, muitos corações que palpitavam, desejavam e não assumiam.
Sylvia Kristel, reside na minha memória de forma eterna, como aquela que me libertou das grilhetas dos desejos reprimidos. Obrigado Sylvia!!!
Lembro-me do sucesso desse filme, um monumento ao erotismo, à queda de tabus, de pelo menos deixar-nos a pensar no que realmente somos e que desejamos para nós mesmos.
Toda ela um vulcão de desejo, de libido, de vontade de amar, deixar-se amar, Emmanuelle nos ensinou que podemos ser mais felizes, se todos os nossos condicionamentos sociais possam ser aligeirados num plano de responsabilidade, e não de regras com cheiro a mofo, guardadas por séculos nos "armários" do nosso imaginário.
Obrigado Sylvia Krystel.
Nas ondinhas de teu corpo, pelos olhos teus verdes de inocência atrevida, pelos teus gestos de libido doce, tão bem tratada, eu viajei, eu senti meu corpo latejar.
Lembro esse filme, essa obra à liberdade dos sentimentos, à lealdade do desejo, à assunção da nossa natureza como humanos...tu, Sylvia, foste humana, mais..., foste mulher, foste feminina, sensível , diria eu com todo o respeito....foste fêmea.
Tenho para mim, que tu talvez tenhas sido a ultima feminina assumida, que quiseste viver, nunca renunciar ao prazer, à libido e à felicidade.
Hoje já não há disso mais... tudo é hard-core, tudo é  mastiga, come e "bota" fora.
Eu recordo as cenas que me deixaste na mente, na minha memória, carregadas de sensualidade, que vistas hoje terão o valor que têm, mas ao tempo ousadas, derrubadoras de tabus e barreiras sociais..., tu me mostraste que antes de mais somos carentes, somos famintos de amor, de bem-amar, de auto-estima, e tu Sylvia, me "levaste" para longe de mim, para longe do peso de meu corpo, pois levitei,  estremeci a cada movimento teu, eu senti o desejo de um dia poder ser como tu..,. sensível e amado.
Tu és (foste...) a deusa,  de algo que todos vão querendo e não assumindo, num mundo de hipocrisia e cinismo..., como foste bela e charmosa!!!
Que estejas bem alto, estejas num plano de luz, que tua alma esteja repleta de paz e amor, que todas as venturas te sejam dadas, onde quer que estejas....Sylvia Krystel, obrigado pelo que me deste.
Adeus Emmanuelle...!!!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Os burros ao poder!!!!


Este senhor, é candidao a presidente da dita maior potencia mundial, (só se for a fazer mortes)!!!
Quanto a valores estamos falados, pois o grau de ignorância está prestes a chegar ao topo do poder nuclear.
Será isso prenuncio de uma catastrofe??
Será o destino, a fatalidade dos humanos escolher energúmenos, para assim ter a coragem de criar o holocausto????
Só Deus o sabe, porque um homem inteligente nunca provocará a dor, a morte, o sofrimento da humanidade.
Só a bestialidade pode levar-nos a extinção, e ao que parece ela está mais proxima que nunca.
Fiquem bem, escutem e .... meditem!!!

domingo, 12 de agosto de 2012

Os Dinheiros do não direitos humanos!

Global, algo que é abrangente, que nos envolve, rodeia e responsabiliza.
Global até parece ser o grito da solidariedade, do combate à injustiça social, assim como a história do Robin Wood, mas nos tempos modernos e mais cínica.
Com a globalização caíram as barreiras aduaneiras, todo o tipo de impostos alfandegários. A ideia é deixar o mercado livre, controlar a riqueza produtiva e o bem estar  financeiro das nações mundiais.
Subjacente a esta atitude mundial, está a presunção de igualdade, justiça e acesso à qualidade de vida de todos...sem excepção.
Utópicos que "eles" são!!!
Assim, o que assistimos é ao nivelamento por baixo de toda a sociedade humana, com a queda de todos as conquistas de séculos de lutas. Diria eu, que regressamos ao feudalismo, mas disfarçado de oportunidade.
Os "mercados", esse monstro abstracto que a todos escraviza em nome do bom financeiro que sempre "nos ajuda"  na carência, usa e abusa desse conceipto com grande mestria.
E o que temos nós? A pura e desumana especulação financeira e sacrifício dos povos, daqueles que ainda vão tendo forma de se endividar, porque dos outros....que se danem, morram!.
Seria de esperar, que com a globalização os direitos humanos fossem a pedra de toque, mas pelo contrario, o que assistimos é a escravização de trabalho infantil, ao não direito a educação e saúde.
Assim, o outrora evoluído ocidente, quer em historia, cultura e tecnologia e conceipto social, num aparente acto de altruísmo, deixou sair para fora de suas fronteiras todo o seu saber industrial, ou seja, permitiu a desindustrialização da Europa, colocando seus povos à merce da ganancia de empresas e lobbies de ganancia reconhecida.
A vertente especulativa tornou-se a pedra angular  do dinheiro, sobrepondo-se a tudo, mesmo à dignidade, e ate à actividade criadora de trabalho.
Neste ambiente de um capitalismo selvagem, que tem como máxima, o maior lucro com o menor investimento,  é de notar que é exactamente um pais comunista que abraça o capitalismo sem regras.
Os mentores desta pseudo liberdade, transferiram todo o saber, toda a tecnologia para onde?...
Para a China, e restante Sudoeste-asiático, claro está.  Porquê?!!!
Porque são as economias emergentes,  ou seja, a riqueza criada pelo labor, pelo suor, nem sempre bem distribuída, onde os conceitos de solidariedade social não existem, ou são demasiado indistintas.
As zonas do globo  asiáticas, de culturas sociais tão distintas das europeias, consideradas berço de cultura e democracia, são atractivas para a exploração dos direitos mais básicos das pessoas, como o direito a remuneração justa, horários civilizados, e condições de trabalho dignificantes, para além da saúde e educação.
Como podemos nós Europeus, que sofremos na carne a violência de duas Grandes Guerras, com as quais criamos conceitos de sociedade tendencialmente mais nobres e justas,  competir com áreas do globo que primam pela não aplicação desses conceitos/objectivos?
Resultado, somos nós europeus que permitimos  que os senhores do dinheiro nos lesem de forma a que o custo do trabalho como factor de produção seja baixíssimo ou por vezes até inexistente. Assim toda a produção saí inquestionavelmente mais baixa e sem competitividade, destruindo sociedades evoluídas, procedendo dessa forma ao nivelamento por baixo, pelos valores mais desprezíveis, destruindo toda uma civilização que deveria ser tendencialmente mais nobre.
A globalização teria uma acção positiva, se a redistribuição da riqueza tivesse conceitos e padrões universalmente estabelecidos. Não sendo assim, introduzem-se factores de distorção insuportáveis, criadores de miséria e subdesenvolvimento, e tudo isso por ganancia de empresas ditas multi-nacionais, quase todas tecnologicamente oriundas do ocidente.
O lucro, a percentagem é o que mais determina, e enquanto as sociedades não despertarem para esta situação, a miséria será uma mancha enorme no mundo, e quanto a mim os estabelecimento de tarifas aduaneiras seria o factor corretivo de tais enormidades, que
exploram a carência sem dó nem piedade de povos secularmente martirizados.
Se lutamos pela defesa dos direitos humanos e democracia, impõe-se a reposição das taxas aduaneiras, para que todos os mercados se nivelem por cima, e não por baixo, porque se assim não for... estaremos (nós Europeus...) a falar de comodidade, qualidade de vida, assente no trabalho mal remunerado, não onerado de custos sociais criadores de dignidade, e poder assim dizer...
 
Não vale de tudo para sermos servidos, se o que nos presta cuidados sobrevive                    sem o conceito dos direitos humanos universalmente estabelecidos.

Globalização assim não!!!!



Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia fugida da revolução russa, que
chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com
conhecimento de causa e sempre actual:

"QUANDO VOCE PERCEBER QUE, PARA PRODUZIR, PRECISA OBTER AUTORIZAÇÃO DE QUEM NÃO PRODUZ NADA;
QUANDO COMPROVAR QUE O DINHEIRO FLUI PARA QUEM NEGOCEIA NÃO COM BENS, MAS COM FAVORES;
QUANDO PERCEBER QUE MUITOS FICAM RICOS PELO SUBORNO E POR INFLUÊNCIA, MAIS QUE PELO TRABALHO, E QUE AS LEIS NÃO NOS PROTEGEM DELES, MAS, PELO CONTRÁRIO, SÃO ELES QUE ESTÃO PROTEGIDOS DE VOCE;
QUANDO PERCEBER QUE A CORRUPÇÃO É RECOMPENSADA, E A HONESTIDADE SE CONVERTE EM AUTO-SACRIFÍCIO;
ENTÃO PODERÁ AFIRMAR, SEM TEMOR DE ERRAR, QUE A SUA SOCIEDADE ESTÁ CONDENADA”.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Caça-às-Bruxas.....

Pagar impostos, é equivalente ao sangue que percorre nosso corpo, conferindo-lhe vida!
Dever cívico, obrigação de um qualquer cidadão anónimo, os impostos devem sêr pagos, entregues á boca dos cofres do estado.
O estado, essa coisa abstracta que a todos controla, obriga e deveria proteger, é exigente..., lança impostos, liquida e cobra-os, tudo isso em nome do nosso bem estar e segurança como nação.
Deveria sêr assim, exige-se que assim seja, mas não é...!!!
Minado por sociedades nada transparentes, governado por pretensos filantropos que mais não são que os "testas-de-ferro" de interesses e lóbis instalados, que de legislatura em legislatura vão controlando, estabelecendo as regras com as quais os outros pagam e alguns recebem em forma de benesses, acessos e decisões que afectam e de que maneira os interesses de uma comunidade.
A corrupção existe, tem várias faces, e é de difícil combate, pois tem mais a ver com o civismo que com a policia, e o civismo aprende-se na escola.
Obter uma sociedade com valores cívicos, tem assim mais a ver com a escola, o sentido da justiça e o de sentir na pele que a relação custo/benefício é vantajosa para nós.
Então e com frequência damos nota de haver regularmente conflitos de interesses entre a classe politica e diversos sectores da economia, com esta a dar notas de alguma promiscuidade na sua actividade.
Desta promiscuidade, sai o erário público prejudicado em centenas de milhas de euros, milhões, milhões o que é o mesmo que dizer todos nós.
Que fazem os nossos governantes?  Pouco, direi eu, porque eles veem dos poderosos e temem -nos, porque um dia projetam ir exercer a sua actividade base de origem, para essas empresas, depois de "corridos" das lides politicas.
Foi fácil quebrar contratos estabelecidos com os trabalhadores, confiscando-lhes os vencimentos, subsídios e demais direitos, todos eles a coberto de contratos celebrados com as entidades profissionais e estatais competentes. Fazem-no a "bem da nação" e a titulo excepcional,  e só por um espaço de tempo curto, mas fizeram-no, sem levar em conta tudo o que é ou foi contrato.
Quebraram assim o famigerado conceito dos direitos adquiridos. Não há mais lugar a direitos adquiridos, tudo é volátil, tudo é alterável, para mal dos pecados de quem é frágil, dependente, e que procura cuidar de si mesmo. Confiar no estado talvez não seja uma boa opção.
Não cortam nas famosas "gorduras do estado", aliás máxima usada para vencer eleições, mas no contratuado foi fácil, já que estava mais a mão. Atropelar foi a máxima usada, e tudo sempre a bem da nação.
Ao fim deste ano, o povo aguentou com uma serenidade estoica, sensata e responsável toda esta politica de austeridade que quase rouba, destrói a sua própria dignidade como povo, mas infelizmente o que se nota é toda uma politica errada, onde se pede para pagar, pagar, e nunca se falar em criar riqueza, essa sim proporcionadora de bem estar e saúde financeira.
A par disto, a mesma pressão financeira não se faz em quem de facto detém o poder sobre a riqueza. Destruir a classe média é um erro histórico, promover as assimetrias um crime!
Agora todos os agentes económicos serão obrigados a passar factura, desde uma vulgar chiclete, café e outros serviços diversos. Não se impõem uma base mínima a partir da qual sim, a factura deveria ser obrigatória, para que assim, não se imponham custos insuportáveis ao pequeno comércio já de si muito abalado.
Combater as fugas aos impostos?  
Tolice, utopias de quem parece não estar na Terra, já que será sempre um projecto utópico, porque fugas aos impostos sempre haverá, pois é da génese humana.
As fugas aos impostos, combate-se, baixando as taxas fiscais, estimulando o crescimento, a justiça tributaria equitativa entre todas as classes sociais.
Combater a fuga aos impostos pela obrigação fácil de obrigar os agentes a passarem facturas de todos os cêntimos, e com isso afogar quem trabalha em burocracias absurdas, é demagogia pura, irresponsabilidade, pois que ao ser dado em benesses em sede de IRS a quem apresente estas facturas, não é mais do que dar um "rebuçado" a quem goste ser "bufo" ou delator por uns míseros "trinta dinheiros".
Colocar o cidadão comum a "fiscalizar" o outro, colocando-se uma das partes num plano de mais elevado de falsa moralidade, não é mais que favorecer a baixeza de caracter, apelar ao mais vil do que há em nós, acicatar os "pides" que vivem no mais profundo dos nossos seres, fomentar a inveja, a vingança, para no fim..., termos nada, de nada, e outros sim, continuarem a usufruir de grandes favores pelas trocas de influencias, e benefícios imorais de valores que assumem milhões de milhões de euros.
O estado é de bem, e deve antes de parecer....ser!!!!
Criar em nós a mentalidade de um estado policial, em que todos nós controlamos todos nós, não me parece saudável nem democrático.
Todos devemos pagar impostos pela riqueza que pelo trabalho nosso obtemos, mas para todos, e não para só os frágeis e indefesos trabalhadores por conta-de-outrem.
O exemplo deve vir de cima, e enquanto os BPN's da nossa desgraça, os Freeportes, e Godinhos, e tudo o mais que "cheira" mal na finança publica, não forem punidos.
Como podem estes governantes, quais seres "iluminados" sacar o cotão dos bolsos de quem esta próximo do limiar da pobreza?
Parafraseando Luís Vaz de Camões.....

                                           " um fraco rei faz fraca a forte gente..."


sábado, 14 de julho de 2012

Porque Insistimos em Procurar DEUS????!!!!


Sim, porque procuramos Deus?
O homem desde os seus primórdios procura Deus, o que me será até bem natural.
A mim parece-me que o homem procura uma qualquer formula de matemática pela qual Deus fica verificado ou não.
Bastar-nos-ia comtemplar o mundo, as coisas grandes e universais e as coisas pequenas e quânticas... e sentimos Deus em toda a parte. Ele se encontra por detrás do visível e invisível.
Pode a ciência conferir, explicar, encontrar o Boson de Higss, encontrar a explicação da matéria, a forma como ela se organiza, como ganha massa, descobrir a matéria escura do universo, saber como os Sóis das nossas vidas nascem, e morrem;  que peso, volume e massa têm os diversos sistemas..., mas não é por aí que descobrirão Deus.
Deus deu ao homem a capacidade de pensar, e de se estudar a si próprio,  fazer-nos entender a nossa própria natureza.
Que nos adianta saber o antes do BIG-BANG? Problema para ciêntistas, diria eu, e já agora, também o gosto natural dos "porquês" da vida, porque afinal nunca saímos da idade dos "porques".
Somos eternamente "meninos" ignorantes do como as coisas se fazem, e acima de tudo entender se "alguém" as mandou fazer assim.
É bom saber como tudo evoluiu, com que regras a matéria se organiza, que papel nos está destinado em toda esta grelha universal de relação de energias, mas questionar se Deus está nisso, é que não me parece saudável!
Por vezes, sinto que ao homem importa mais provar a não existência de Deus que explicar as regras com que a quântica organiza a matéria. Lamentável!
Adoro o conhecimento, procuro o conhecimento, faço de tudo para sair da "noite" da minha ignorância, mas isso não me obriga a discutir se Deus está ou não no assunto.
Podemos ter vindo do nada, podemos ter surgido com um simples "click", podemos ser o acaso de algo feliz, mas não aceito que em tudo quanto o homem  descobre e bem, tenha que ser escrutinada a existência ou não de uma inteligência divina, poderosa, amorosa e criadora.
Tenho para mim que saber como sou, como funciono, de onde venho e para onde vou, não anula a minha fé, a minha convicção da força divina, sabedora e inteligente, que criou, ordenou, estabeleceu os planos de amor em que o "nada", ou o quase "nada" se organizou  de forma inteligente e não acidental para hoje sermos e termos o que comtemplamos.
A matéria se organizou  não por acaso, mas por "sugestão" Divina de um sêr bondoso e de amor, sob leis divinas que antes da matéria, já existiam, e esse sêr é ....... DEUS!!!!
Eu acredito, eu tenho fé, e sempre viveremos com esta fé, que eu sei para muitos é e será uma eterna dúvida.
Deus é amor, d'Ele viemos, para Ele retornamos!!!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A vingança????!!!!




Pagar o que se deve, a qualquer custo, custe o que custar.
Podemos matar o burro de fome, mas que ele tem que comer menos e trabalhar mais, disso ninguém duvide.
Dir-me-ão... não haverá falta de sensibilidade na questão?
A ver pelas reações, pelos comentaristas de serviço... não há falta de sensibilidade, somente há realismo.
Às vezes me pergunto a mim mesmo... será que não haverá burros que trabalhem sem comer???  Dava jeito.
Um dia vamos chegar à brilhante ideia de que talvez se dessemos um jeito nos "velhos", assim como quem os manda para o "outro lado", aliviássemos a despesa pública com o não tratamento da saúde neles. Afinal, eles já deram o que tinham para dar!.
Essa coisa da solidariedade é um Bluff dos antigos... porque é de via única e não sentido duplo, já que funciona num só sentido... ou seja, dos mais desprotegidos para os mais fortes, sempre, sempre!
Custe o que custar, vamos ter que pagar... quem??? eu? ou os pequenos-grandes doutos que nos  (des) governam?
Austeridade, o remédio. Para grandes males, grandes remédios..., aperta zé, não fiques nervoso.
Podemos parar a economia, podemos ficar ociosos pelo desemprego, podemos assistir a crimes diários, a promoções de dignidade duvidosa, mas temos que pagar.
Quase um milhão de desempregados  num activo de  cinco milhões é de facto notável, dos quais 30% são jovens, não é caso para ficarmos preocupados????  ....
Há quem diga, e com grande responsabilidade neste pais, que estar desempregado, é uma oportunidade de mudar de vida, nada mais correcto. isto se os apoios  forem reais e sólidos, mas francamente passar a mensagem de calaceiros aos desempregados é que não, porque isso sim estaremos a estigmatiza-los e de que forma.
Mas esta coisa do tipo "pescada de rabo na boca", em que primeiro se precariza o trabalho, derruba a economia, se aplica austeridade... retira capacidade aquisitiva ao povo, a propósito do tal equilíbrio das contas públicas, torna demasiado evidente que não é remedio algum para quem está "doente", já que se a economia provoca ganho e o ganho gera impostos e assim o orçamento geral do estado  recebe receita fiscal. Então porque se insiste na "receita"?
Se a economia está paralisada, com crescimento negativo, porque não se aligeira no tempo e nas medidas a dita austeridade? Porquê?
Temos que pôr em ordem as contas públicas sim, porque não queremos ser "proxenetas" de ninguém, mas por favor, rectificar em dois anos, 30 anos de politica doentia e corrupta.
Para mim que me considero um mero curioso destas coisas, entendo que quando se fecham empresas e gera desemprego, estamos exactamente  a fazer o inverso do que se pretende, ou seja, quem ate aqui não esta dependente e ate paga, passa para a condição de dependente e recebedor.
Entendo tudo isto como uma mesquinhez de visão curta, e falta de projecto politico económico futurista. A teimosia, obstinação destes métodos são a razão de morte física de gente anónima, bem como a carência de todos os requisitos à dignidade de um pais que se quer do primeiro mundo, ou então pelo contrário serei obrigado a admitir que talvez a "vingança"  da área norte da europa que por duas vezes provocou duas grandes guerras que as perderam num processo expansionista e nazi  falhado, o tentem agora após a reunificação, pela via económica..., degradando, penalizando, quase escravizando os povos resistentes do sul.
Haja deus, e tenham juízo. Somos ou não uma união? Uma comunidade económica?
Onde pára a solidariedade?
Sejam humanos, sensatos e visionários, já que o sofrimento desmedido pode levar ao aparecimento de forças totalitárias e porque não à origem de uma nova e catastrófica guerra europeia.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Re-Postagem .: Particula de Deus - Bóson de Higgs ou a Descoberta do Amor


( De:
       Voarnopensamento.blogspot.com )
Sábado, 25 de Outubro de 2008

Sim, decorre neste momento o maior teste, a tentativa de descobrir aquilo a que se chama...."A Partícula de DEUS" ou Bóson de Higgs.
A experiência decorre depois de dezenas de anos de colaboração cientifica mundial, que resultou na criação do maior laboratório jamais construído pelo homem.
Esse laboratório que demorou trinta anos a ser construído, está enterrado a trinta metros de profundidade, e tem uma extensão de 27 km em circulo, ocupando áreas de 2 países.
Trata-se de um anel, e nele se vão fazer chocar partículas à velocidade da luz!!!.
Nesse laboratório se recriaram, ou pelo menos se tentou, as condições ambientais, que se julgam ter acontecido nos nano-segundos a seguir ao grande BIG-BANG, criador do universo, tal como o conhecemos hoje.
E tudo isto, porquê????
Sim, o homem quer entender DEUS, na construção de Sua obra que somos nós e todo o universo.
O homem, quer perceber como o Criador "fez" o milagre da criação..... como?
O homem, sempre o homem, querendo sempre em nome da humanidade, perceber, concorrer com Deus, e o seu papel no universo...... como se isso fosse possível!!.
O homem, tentando desmistificar Deus, como querendo "desmascara-LO", a modos como quem diz..... "afinal, não fizesTE nada demais...... nós também conseguimos, ....afinal não vimos nada de especial na Tua obra!!!".
Pois.... será isso?
Procura-se a partícula Bóson de Higgs(partícula de Deus) que se julga ser responsável pela formação da matéria, de todas as formas humanas, e materiais conhecidas.
Essa partícula aglutinadora, que está no mais profundo da construção da matéria, só pode ser observada em escassos nano-nano-segundos..... só existe numa fracção de tempo, incomensuravelmente pequena, que só Deus sabe onde ela está.
O homem quer saber como Deus fez isto tudo, afinal, onde está o segredo...... o truque se assim se pode chamar?
O homem, quer descobrir Deus, quer saber onde Ele está.....já que olha a sua volta e julga não o ver... não o sente..... não lhe toca......
O homem quer tudo quantificado, medido, pesado, qual formula matemática, pela qual podemos dizer que Deus é isto e aquilo, que está aqui e ali, segundo a formula de uma qualquer iluminado e esquizofrénico cientista.
Sim, Deus está desde há muito no nosso meio, pela presença de nossos irmãos sofredores, doentes, deserdados da sorte, espoliados de amor, violentados, assassinados, sem-abrigo, sem-amor.
Deus está aí, Deus se encontra aí..... nessas "partículas" de Deus,a que posso chamar Bóson humanos de amor á imagem de Deus.
Que queremos descobrir? Para que poderá servir?
O homem quer competir com Deus, que dar-Lhe uma lição de sabedoria, ou, melhor, quer dizer-lhe, como se descobre um truque... sim ao que parece Deus usou um truque para criar o universo e seus seres.
Parece querermos dizer .... "....assim não vale, não Te escondas... cu-cu apanhei-TE, Tas aí....", num jogo de esconde-esconde.
O homem, a sua pequenez, a sua miopia, feita investigação....quer encontrar Deus.... e não olha à sua volta.
Quais partículas de Deus, quais Bóson de Higgs, quais carapuças.....
Porque querem descobrir Deus num laboratório, se Ele anda aí desde tempos imemoriais?
Deus, está aqui, onde estou eu, tu e os outros!!!
Deus é o amor de que estamos revestidos, imbuídos!!!
Deus é feito o sofrimento que nos aflige.... carência, dor, fome, guerra, doença, catástrofe, vida e morte.
Deus é o amor que devemos praticar, sonhar e viver!!!!
Deus está em nós, qualquer que seja a formula para o justificar.
Deus esta na origem de tudo....embora por vezes possamos ser tentados a olha-LHO com desdém, querendo até competir com ele na criação, no milagre da origem do universo.
Eu não preciso de construir laboratórios de física para descobrir Deus, porque eu já tenho um laboratório....... o meu coração, onde descobri há muito a partícula de Deus..... O AMOR!!!!.
A megalomania humana, a tendência para as formulas, e a sistematização das coisas, resumir tudo a uma relação custo/benefício como se tudo fosse uma percentagem..
Se olharmos bem, sem pensar no preconceito, no parecer bem ou mal.... como digo, se olharmos bem.... encontraremos Deus sem problemas e custos financeiros ao nosso lado, na face de nossos irmãos carentes, sofredores de tudo.... de amor até.
Se nos amassemos mais, sem hipocrisias, falsos pudores, e sem cinismo......
Se no nosso coração houvesse amor por amor, sem ter em conta o que dele possam pensar os outros.....
Se nas nossa vidas, o amor fosse a partícula de Deus.....

Nós não precisaríamos de investigar tanto, porque Deus está aí, qual partícula de amor que sempre desdenhamos arrogantemente.
Para mim já descobri há muito......... no laboratório de meu coração........ eu existo, penso e amo.....tal como uma minúscula partícula de DEUS , qual Bóson de Higgs, quando eu me poderia chamar...
Bóson de António, feito à imagem e semelhança de Deus(vulgo partícula de Deus!!!!)..
Fiquem bem, descubram-se no amor, façam o favor de serem felizes!!!!!!
DEUS É AMOR!!!!!, e isto não está em laboratório algum, a não ser no nosso coração!

*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/ ELE é o Criador, e nós somos as Suas criaturas!!!!! */*/*/*/*/*/*/*/*/*/


Etiquetas:Texto de Antonio Ferreira

sábado, 10 de março de 2012

O Falador..., não pensador!

Os tempos estão veras, maus de rachar, os grulhas andam aí, mentirosos, enganosos e nós a pagar.
Falam de cátedra, de pessoas bem, de bem governados, descansados nada atrapalhados.
É o nosso fado, bem vestidos, engalanados, cantam para nós as mágoas dos torturados.
Fazem, desfazem, gastam, desperdiçam, favorecem, se enganam.... fazem disto....Democracia!!!
Cultos de bem falar, no seu tom colocado, fazem ruido, estardalhaço, e o povo pá.... esse coitado, geme calado!.
Dom de palavra, de pose assumida, lá do alto ditam desdita, a este povo tão maltratado.
Sempre por altruístas, se deixam passar, se pagam a si mordomias, coitados, não vá o pais acordar e depois sim, será tarde para se arrumarem, reformados.
Cansam rápido, o serviço esgota-os, sofrem atrites, artroses, ficam até esclerosados , as horas de avião, de cá para lá, de lá para cá, coitados ficam cansados. Logo precisam ser reformados.
Aposentam-se cedo, o trabalho desgasta, fazem as contas, mesmo que nem descontado, a pensão vem recheada.
Estamos nos tempos dos faladores, dos não fazedores, daqueles que acham que não valemos nada, e que tudo o que temos é ....chachada!
Fecha, abre, reabre...fecha.... não acontece nada!.
Pobre povo, que tão maus políticos tem, não demora nada ate que deste torpor se ergam e digam de viva vós...... ide-vos, emigrai, não volteis.
Não bastam as dores infligidas a tão nobre povo, por seus governantes quase falhados, que no meio da tormenta, esgotados, exauridos, quase esfomeados, aguentamos o sufoco, humilhados, e eis que ele fala, dita o jogo em tempos ao que parece estar viciado.
O nosso presidente falou, não pensou nos danos causados, ajustou, quezilou, erros do passado, mais parece se vingou do mal amado primeiro-ministro.
Nestes tempos em que se pede trabalho e bom senso, eis que o presidente errou, e assim alterou o que temos dado por encerrado.
Já não sei mais onde começa o fortuito e acaba o intencional, mas que de facto é burrice....é.
Porque havemos nós Portugueses de suportar as questiúnculas ditas institucionais?
Se nos pedem bom senso, e responsabilidade, porque agem assim os responsáveis políticos?
A quem aproveita a alteração da ordem verbal???? pública?.
Não é de facto o melhor momento para o nosso presidente opinar, ou mandar para fora qualquer tipo de juízo de valor para com outros agentes políticos.
Opiniões sobre quem nos governa, todos nós temos e até somos sarcásticos em relação a eles.
Agora ser o próprio presidente a falar no momento mais crítico que o pais atravessa é que não faz sentido, sendo que o que foi dito não é mais que uma "vendeta" siciliana. Até que no fim de contas, eu ate estou de acordo com a critica presidencial ao primeiro ministro, só não concordo com o timing.
Falar, ou melhor, escrever o que foi escrito é realmente grave, tendo em conta o momento difícil, e demonstra a fraca "massa" de que afinal somos feitos, sejamos presidentes, primeiros-ministros ou pedreiros e afins. Talvez este comportamento seja a explicação para a miserável situação em que o pais se encontra. Os Egos são enormes, e são como os sólidos....
nunca um sólido, ocupa o lugar de outro.
Se o Sr. Presidente Aníbal pensa do primeiro-ministro o que escreveu, então deveria tê-lo demitido em tempo oportuno, sob pena de no final, ser tão bom aquele que fica à porta como o que vai lá dentro.....
É caso para dizer..... se pensou (desta forma...), se calhar não existe, porque se existisse, pensaria de outra forma mais responsável, actuando de acordo com as suas responsabilidades e competências, assumindo a legitima defesa do interesse dos Portugueses, e não dar mostra aos demais de que também ele, supremo magistrado foi "queixinhas..." , talvez ... piegas....(parafraseando o nosso actual primeiro-ministro, Passos Coelho).

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Quem nasceu primeiro….

Um dilema, ou talvez não!
O homem existe para servir a economia, ou a economia nasceu para servir o homem?
O homem, principio e fim de todas as coisas, de todas as preocupações, de todas as guerras, está num dilema…. Quem chegou primeiro?
Que o homem vive numa sociedade dita organizada, quiçá civilizada, não dúvido, não questiono. Agora que ele próprio seja vitima da sua própria “ferramenta” que o amordaça, já questiono.
Será que nós homens nos magoamos tal como o operário descuidado se magoa com sua própria ferramenta que só deveria existir para o ajudar? Não sei!
Quando os tecnocratas, os endinheirados, os ditos “mercados” pressionam a sociedade na direcção da miséria, que devemos nós pensar?
Quando vivemos em “democracias”  em que pensamos decidir e no final quem decide é o abstracto dos especuladores financeiros….
Quando o homem é mais um argumento de enriquecimento para alguns (poucos), e de miséria para muitos (milhões), que podemos nós esperar desta sociedade!
Quando a actividade económica é mais uma ciência para produzir lucro, e não uma arte para que avancemos no nosso bem-estar!
Quando nos submetemos a fórmulas matemáticas, como se nós humanos fossemos a modos que uma expressão algébrica!
Quando as ciências económicas, nos escravizam, nos reduzem a meros “parafusos” de uma imensa engrenagem!
Que podemos nós mesmos fazer?
Quando estamos perante retrocessos civilizacionais tão graves, conquistados com suor e sangue pelos povos, retrocessos esses que nos fazem, regressar a meados do século 18, que sociedade é esta?
Quando permitimos que uma ideologia de capitalismo fundamentalista, profundamente liberal,
que nega na sua essência a condição de humanos, com todas as sua fraquezas e virtudes, trocando-a pelo símbolo mais cruel da matemática……. A percentagem (%).
Que podemos nós mesmos fazer?
Se permitimos que nos reduzam a um numero percentual numa lógica de lucro, como se fossemos maquinas, e não seres orgânicos que choram riem, e …. Comem…
Que podemos nós mesmos fazer?
Quando algo corre mal, e os gestores omnipotentes, e prepotentes desviam, negligenciam de forma criminosa os bens financeiros ao seu dispor, produzindo falências e más gestões, e sempre optam em primeira mão pelo despedimento de pessoas, quando se impõem a redução e contenção de custos, esses gestores se comportam como meninos de coro, numa “inocência” atroz, como se eles fossem intocáveis.
Que podemos nós mesmos fazer?
Nesta sociedade dita evoluída, onde o dinheiro esmaga quem não o tem, e a indiferença campeia, e a noção de bem-estar é mais para os “mercados financeiros” que para o trabalho braçal, deveríamos ser rigorosos pela eficiência da justiça, pela escolha de projectos políticos diferentes mesmo que nos pareçam, estranhos, e sermos exigentes para com a classe politica, promovendo o combate a corrupção e trafico de influencias.
Outrossim, será a necessidade suprema de nos manifestarmos na rua, mostrar a força dos povos oprimidos, sacaneados e roubados, e ao fazê-lo mostrarmos a toda essa gente crápula, que nós, os ditos inadaptados, improdutivos, estamos vivos prontos a dar um safanão.
Não tenhamos medo, usemos da única arma verdadeira que temos…. Manifestar na rua.
Realmente quem chegou primeiro foi o homem, e esse é o primado de tudo.
Viver democraticamente sim, viver violentado na sua honra e dignidade…. NÃO!