Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia fugida da revolução russa, que
chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com
conhecimento de causa e sempre actual:

"QUANDO VOCE PERCEBER QUE, PARA PRODUZIR, PRECISA OBTER AUTORIZAÇÃO DE QUEM NÃO PRODUZ NADA;
QUANDO COMPROVAR QUE O DINHEIRO FLUI PARA QUEM NEGOCEIA NÃO COM BENS, MAS COM FAVORES;
QUANDO PERCEBER QUE MUITOS FICAM RICOS PELO SUBORNO E POR INFLUÊNCIA, MAIS QUE PELO TRABALHO, E QUE AS LEIS NÃO NOS PROTEGEM DELES, MAS, PELO CONTRÁRIO, SÃO ELES QUE ESTÃO PROTEGIDOS DE VOCE;
QUANDO PERCEBER QUE A CORRUPÇÃO É RECOMPENSADA, E A HONESTIDADE SE CONVERTE EM AUTO-SACRIFÍCIO;
ENTÃO PODERÁ AFIRMAR, SEM TEMOR DE ERRAR, QUE A SUA SOCIEDADE ESTÁ CONDENADA”.


tradutor / translation

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A vingança????!!!!




Pagar o que se deve, a qualquer custo, custe o que custar.
Podemos matar o burro de fome, mas que ele tem que comer menos e trabalhar mais, disso ninguém duvide.
Dir-me-ão... não haverá falta de sensibilidade na questão?
A ver pelas reações, pelos comentaristas de serviço... não há falta de sensibilidade, somente há realismo.
Às vezes me pergunto a mim mesmo... será que não haverá burros que trabalhem sem comer???  Dava jeito.
Um dia vamos chegar à brilhante ideia de que talvez se dessemos um jeito nos "velhos", assim como quem os manda para o "outro lado", aliviássemos a despesa pública com o não tratamento da saúde neles. Afinal, eles já deram o que tinham para dar!.
Essa coisa da solidariedade é um Bluff dos antigos... porque é de via única e não sentido duplo, já que funciona num só sentido... ou seja, dos mais desprotegidos para os mais fortes, sempre, sempre!
Custe o que custar, vamos ter que pagar... quem??? eu? ou os pequenos-grandes doutos que nos  (des) governam?
Austeridade, o remédio. Para grandes males, grandes remédios..., aperta zé, não fiques nervoso.
Podemos parar a economia, podemos ficar ociosos pelo desemprego, podemos assistir a crimes diários, a promoções de dignidade duvidosa, mas temos que pagar.
Quase um milhão de desempregados  num activo de  cinco milhões é de facto notável, dos quais 30% são jovens, não é caso para ficarmos preocupados????  ....
Há quem diga, e com grande responsabilidade neste pais, que estar desempregado, é uma oportunidade de mudar de vida, nada mais correcto. isto se os apoios  forem reais e sólidos, mas francamente passar a mensagem de calaceiros aos desempregados é que não, porque isso sim estaremos a estigmatiza-los e de que forma.
Mas esta coisa do tipo "pescada de rabo na boca", em que primeiro se precariza o trabalho, derruba a economia, se aplica austeridade... retira capacidade aquisitiva ao povo, a propósito do tal equilíbrio das contas públicas, torna demasiado evidente que não é remedio algum para quem está "doente", já que se a economia provoca ganho e o ganho gera impostos e assim o orçamento geral do estado  recebe receita fiscal. Então porque se insiste na "receita"?
Se a economia está paralisada, com crescimento negativo, porque não se aligeira no tempo e nas medidas a dita austeridade? Porquê?
Temos que pôr em ordem as contas públicas sim, porque não queremos ser "proxenetas" de ninguém, mas por favor, rectificar em dois anos, 30 anos de politica doentia e corrupta.
Para mim que me considero um mero curioso destas coisas, entendo que quando se fecham empresas e gera desemprego, estamos exactamente  a fazer o inverso do que se pretende, ou seja, quem ate aqui não esta dependente e ate paga, passa para a condição de dependente e recebedor.
Entendo tudo isto como uma mesquinhez de visão curta, e falta de projecto politico económico futurista. A teimosia, obstinação destes métodos são a razão de morte física de gente anónima, bem como a carência de todos os requisitos à dignidade de um pais que se quer do primeiro mundo, ou então pelo contrário serei obrigado a admitir que talvez a "vingança"  da área norte da europa que por duas vezes provocou duas grandes guerras que as perderam num processo expansionista e nazi  falhado, o tentem agora após a reunificação, pela via económica..., degradando, penalizando, quase escravizando os povos resistentes do sul.
Haja deus, e tenham juízo. Somos ou não uma união? Uma comunidade económica?
Onde pára a solidariedade?
Sejam humanos, sensatos e visionários, já que o sofrimento desmedido pode levar ao aparecimento de forças totalitárias e porque não à origem de uma nova e catastrófica guerra europeia.

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